O verão chegou e precisamos prestar atenção às queimaduras solares. Você sabe como elas funcionam?

As queimaduras solares são consideradas leves, pois são mais superficiais, têm a sua resolução espontânea e trazem pouco comprometimento para o corpo humano.

Quando nos expomos ao sol, os raios UV incidem na nossa pele, estimulando a produção de melanina, o que faz o corpo ficar bronzeado. A melanina, na verdade, é um fator de proteção para a pele e quando os raios UV atravessam a barreira criada por ela, promovem uma reação inflamatória que pode lesar as células, a ponto de sua morte.

Essa reação inflamatória é a vermelhidão, o inchaço e a dor localizada no local da queimadura. Dias depois da lesão, as células que morreram nesse processo começam a se soltar da pele, quando começamos a  “descascar”.

No verão, os cuidados devem ser redobrados para que as exposições intensas e/ou prolongadas ao sol não causem as sequelas do processo de queimadura solar: as manchas na pele, o estímulo de crescimentos de células cancerígenas (que são células lesadas pelos raios UV que não morrem) e envelhecimento precoce, para citar alguns exemplos.

Para a prevenção das queimaduras, sugerimos o uso regular de filtros solares, com a atenção de reaplicar o produto em horários de pico solar, transpiração excessiva ou banhos prolongados de mar ou piscina.

Se você se queimar, existem algumas medidas que podem ser tomadas: mantenha a pele bastante hidratada, com cremes e óleos, em uma frequência maior que a habitual. Aumente a sua hidratação corporal com a ingestão de água, chás, sucos e água de coco. Para dores localizadas, você pode usar analgésicos comuns. É importante que, caso os sintomas não melhorem, você procure um médico para orientações a respeito do que fazer.

No mais, é só se proteger e aproveitar o verão!