Já falamos aqui no nosso blog sobre os tipos de envelhecimento intrínseco e extrínseco. Hoje, chegou o momento de falarmos como tratar o envelhecimento extrínseco com a luz pulsada. Basicamente, esse tipo de envelhecimento é resultado do dano solar crônico pela radiação ultravioleta e, por consequência de anos de exposição ao sol, pode gerar rugas, manchas e aumento de vasos na pele.

Se fizermos uma análise da pele fotodanificada ao microscópio, é possível ver a redução no número de fibroblastos, que são as células produtoras de colágeno, além da redução das fibras elásticas mais finas e vasos mais tortuosos.

Como tratar o envelhecimento extrínseco?

O primeiro passo do tratamento é a prevenção do dano. Fazer uma proteção solar adequada e também usar medicamentos tópicos prescritos pelo seu dermatologista ajudam muito. Porém, caso você já apresente muitos vasinhos vermelhos na pele ou melanoses solares – que são manchas marrons que podem aparecer no dorso das mãos, braços, face e colo –, a luz intensa pulsada pode melhorar bastante o aspecto da pele e rejuvenescer.

A pele ideal para esse procedimento são os fototipos I, II e III de Fitzpatrick, ou seja, quem tem a pele muito clara, clara ou moderadamente clara. Antes de iniciar o tratamento com a luz pulsada, os pacientes não devem se expor diretamente ao sol durante um mês e estender esse cuidado até o término do procedimento. O número de sessões varia de 3 a 5 e o intervalo entre elas é de 21 a 30 dias. Mas vai um aviso: a pele não pode estar bronzeada e, por isso, você precisa usar um protetor solar de boa qualidade.

Existe um momento ideal para fazer o tratamento?

O momento ideal é no outono inverno quando o sol é mais fraco e as pessoas se expõem menos ao sol.

Quais cuidados devo tomar?

O procedimento deve ser realizado por um dermatologista e os pacientes devem passar por uma avaliação quanto ao tipo de pele e da real indicação. As contraindicações ao procedimento são doenças de pele em atividade no local, doenças que cursam com fotossensibilidade, como o lúpus, ou se você faz uso de drogas fotossensibilizantes. Em relação às manchas, a luz pulsada é benéfica para o tratamento das melanoses e sarda, mas não do melasma, podendo até mesmo piorá-lo. Se você quer saber mais sobre o tratamento do melasma, é só clicar aqui.

A luz pulsada, ao penetrar na pele, gera um dano térmico reversível que, depois da cicatrização, leva ao aumento de fibras colágenas e elásticas. Análises da pele seis meses após o tratamento com luz pulsada, quando comparadas ao período anterior ao tratamento, mostram o aumento de fibras colágenas e elásticas na derme (confirmados por biópsia), melhora das sardas, de melanoses e de vasinhos na pele.

Quer iniciar o tratamento com a luz pulsada? Faça a sua avaliação com a Tempo Cirurgia Plástica. É só marcar a sua consulta pelo telefone (31) 3658-6444 ou pelo WhatsApp (31) 99968-6444.